Reflexões no Hiperespaço

dezembro 30, 2006 - Deixe seu recado!

Augusto dos Anjos
(Espírito)
Sonetos captados pelo médium GILBERTO
CAMPISTA GUARINO, por processos de
psicografia e clariaudiência, no Instituto
Brasileiro de Pesquisas Psicobiofísicas IBPP –
São Paulo/SP, e em reuniões íntimas, no Rio de
Janeiro e São Paulo.

São Paulo
1980

Ian Stevenson

novembro 27, 2006 - Deixe seu recado!

Autor de “Reincarnation and Biology: A Contribution to the Etiology of Birthmarks and Birth Defects”, continua publicando o resultado de seus trabalhos, o que pode ser apreciado no site do seu departamento na Universidade de Virginia.

http://www.healthsystem.virginia.edu/internet/personalitystudies/
Outras obras do autor podem ser encontradas no amazon.com .

Relendo Emmanuel

outubro 22, 2006 - Deixe seu recado!

A seguir, a introdução do texto “Relendo Emmanuel“, de Gilberto Campista Guarino.

“(…) precisamos, em verdade, do
ESPIRITISMO e do
ESPIRITUALISMO, mas, muito mais,
de ESPIRITUALIDADE.” (Emmanuel,
na apresentação de André Luiz, em
“Nosso Lar”, 34a ed. FEB/RJ)

EXPLICAÇÃO NECESSÁRIA

Como escrevemos alhures (cf. “Espiritismo: Uma
Reflexão sobre Fundamentos”), “O Espiritismo não é mais uma
religião, ou, como preferem alguns, mais uma seita; é um
poderoso sistema filosófico, apoiado em fatos que, a seu turno,
indicam a atuação de leis da natureza, uma natureza mais ampla,
talvez, menos imediatamente compreensível para a ortodoxia
anacrônica (…)”
Dentre os fatos, de há muito bem estabelecidos, graças às
pesquisas de Sir William Crookes, Charles Richet, Gustave
Geley, Hernani G. Andrade e Ian Stevenson, ressaltam as
ocorrência da mediunidade, um aspecto da função psi, que agora
desperta na estrutura psicobiológica humana.
Tal fenomenologia ganhou, em Francisco Cândido Xavier,
pessoa que a afetividade do brasileiro consagrou como “Chico
Xavier”, aspectos quantitativa e qualitativamente significantes, a
desafiarem a ortodoxia científica vigente. São milhares de
eventos, indo desde as ectoplasmias, passando pelas
identificações de Espíritos, seja na presença de familiares ou
conhecidos, seja na fundamental categoria do “drop in” (que
afasta a incidência de parâmetros empregados pela escola
materialista da Parapsicologia), até desaguar na produção de
textos literários puros, filosóficos e científicos, estes últimos,
como na chamada “Série André Luiz”, veiculando, na maioria das
vezes em linguagem figurada, antecipações de dados integrantes
de contemporâneas visões físicas do cosmos.

Levou o presente opúsculo em conta a refinada contribuição
de ChicoXavier/Emmanuel, na qual ressalta, a nosso sentir, a
característica de corte moral e ético, peculiar aos grandes textos
espíritas, que não se caracterizam pela moralidade religiosa, mas
por um apelo à ética. Porém, muito mais do que uma moral miúda
e uma ética fechada em si mesma, na qual todo e qualquer
banditismo encontra justificativa comportamental, cremos que o
pensamento de Chico Xavier/Emmanuel enfoca noções de Ética e
de Moral Cósmicas, as únicas aptas a, desfazendo o jogo obsceno
de repressões e sublimações pela culpa imposta e introjetada pela
tradição judaico-católica, concomitantemente evita o
sensacionismo primitivo, que a tudo justifica, em nível
basicamente egoístico.
Fiel a tal visada, não tivemos a intenção de consolo, nem
mesmo a de satisfazer a eventuais expectativas, o que uma moral
miúda talvez pudesse classificar como manifestação de
arrogância. Não o é, porém, além do que ao homem voltado para
o Espírito importa muito pouco o maniqueísmo das condenações
apressadas, sempre superficiais.
Não o é, repetimos; trata-se, antes, de um singelo apelo à
necessidade de reconhecermos, no Conhecimento, a grande chave
de nossa libertação, não somente enquanto homens, senão
enquanto seres integrais.
Dito isto, passemos, sem mais delongas, a alguns textos
escolhidos dentre os que nos pareceram bastante exemplificativos
desta atitude mental, e seus comentários.

Espiritismo:Uma reflexão sobre os fundamentos

setembro 30, 2006 - Deixe seu recado!

Opúsculo do texto Espiritismo:Uma reflexão sobre os fundamentos, de Gilberto Campista Guarino.
A PROPOSTA. O conhecimento só é um continuum se
e enquanto, por impositivo de concessões diversas, mesmo
políticas –e, talvez, principalmente políticas–, é visto como útil
para a manutenção do poder, pelo tempo em que este não tem
como lidar com o novo. E entra em cena um baile de máscaras,
na medida em que os institutos da dominação melhor se
apropriam desse novo, para garantir a continuidade do próprio
poder. A seguir, dominada a idéia, lança-se sobre ela a pecha do
ridículo, consagrando-se a pretensão à hegemonia do poder.
A Codificação Espírita foi um esforço de síntese
empreendido num caldo de cultura composto, dentre outros, por
quatro ingredientes aparentemente inconciliáveis: o dualismo
cartesiano, o positivismo mecanicista e triunfalista, filho de uma
sensação de domínio definitivo sobre a natureza, o
fiscalizacionismo cristão, advertindo sobre a culpa acerca do
conhecimento (em deturpação do emblema da expulsão do
Paraíso), e o romantismo exacerbado, especialmente no campo
das Artes.
Foi nesse contexto que o trabalho do codificador
desenvolveu-se, quando ainda reinava, inconteste, o modelo
cartesiano-newtoniano, inexistentes os trabalhos de Albert
Einstein (Relatividade Restrita e Relatividade Geral) e o
importante pensamento de Bohr, Heinsenberg e Schroedinger,
dentre outros, responsáveis pela sistematização da Física
Quântica. Esses notáveis paradigmas transformaram a Mecânica
newtoniana em teoria limite, dando curso à dinâmica da evolução
do pensamento científico.
Assim, entre a exaltação ex cathedra da certeza
emanada das leis do genial e polivalente físico inglês1, o temor do
‘‘olho divino’’—de prontidão para o abate do chamado ‘‘orgulho
intelectualista’’– e o saudosismo das elucubrações poéticas, na
Música e na Literatura, Allan Kardec surge como epígono das
filosofias imortalistas e prógono de autêntica revolução de
fundamentos, tudo tratado como revelação divina.
Ninguém ignora que, tal como a chamada “Revolução
Copernicana”, aqueles novos sistemas produziram uma dramática
alteração em nosso modo de perceber o contorno, introduzindo
poderosos instrumentos de equacionamento e interpretação da
realidade, o que gerou importante alteração das reflexões e
considerações acerca do homem e da vida.
Precisaremos, por isso, abordar alguns pontos vitais
desse verdadeiro corte epistemológico procedido, que em nada
alterou o núcleo da teoria espírita. O Espiritismo tem ar o
suficiente para ocupar, na cultura contemporânea, o espaço em
que se definirá tanto mais como uma grande e crucial vertente do
conhecimento, quanto mais a Ciência aprofundar seu mergulho
na matéria. Se é verdadeiro que, como escreveu Erwin
Schroedinger, ‘‘não devemos nos sentir desencorajados pela
dificuldade de interpretar a vida a partir das leis comuns da
Física’’, menos verdadeiro não é que este só esforço bastará para
lançar-nos, dramática e decisivamente, nos domínios das leis do
Espírito.
Este opúsculo, que reconheço bastante denso, não é,
visto isso e imediatamente, uma introdução ao Espiritismo,
enquanto guia para se lhe compreender os princípios.
Leva, porém, a tanto, na medida em que é, seguramente,
uma leitura filosófica dos fundamentos dessa grande teoria, tal como
–quero crê-lo— foi pensada por Hippolyte-Léon Denizard Rivail, o de há
muito famoso e mal compreendido Allan Kardec.

Auto-realização

agosto 28, 2006 - Deixe seu recado!

Aparokshanubhuti, uma tradução do inglês(por Swami Vimuktananda) para o português, por Gilberto Campista Guarino. A versão em inglês está disponível em http://www.bharatadesam.com/spiritual/aparokshanubhuti.php, bem como em outros sites. Basta buscar por Aparokshanubhuti.

Do prefácio:

“Prakarana Granthas” é a designação genérica de certos tratados,
cujo objetivo é servir de introdução ao estudo mais avançado de um
sistema filosófico. Além de fornecer as linhas-mestras do sistema, cada
um deles enfatiza esse ou aquele aspecto, dentre os principais.
Aparokshanubhuti é um desses pequenos tratados, que, além de
apresentar uma breve descrição da Vedanta, trabalha, especificamente,
com aquele seu aspecto relativo à percepção consciente (realização,
“anubhuti”) da Verdade Suprema.

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agosto 28, 2006 - Deixe seu recado!

Esse é um teste inicial da ferramenta. Vamos ver no que dá.

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